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	<title>Construindo Musculos &#187; perder gordura</title>
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	<description>O seu portal de musculação</description>
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		<title>Maracujá (o bloqueador natural de gordura)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 22:07:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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&#160;

A casca da fruta, transformada em farinha, diminui a taxa de açúcar no sangue e impede que o organismo absorva a gordura dos alimentos, fazendo você perder peso. E não tem contra-indicação!


&#160;
Ela chegou no mercado com a fama de ter o poder de baixar as taxas de açúcar no sangue, o que é ótimo para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="centroR2">
<address style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-999" title="241_maracuja_1" src="http://www.construindomusculos.com.br/wp-content/img/241_maracuja_1-234x300.jpg" alt="241_maracuja_1" width="214" height="275" />&nbsp;<br />
</address>
<address><strong>A casca da fruta, transformada em farinha, diminui a taxa de açúcar no sangue e impede que o organismo absorva a gordura dos alimentos, fazendo você perder peso. E não tem contra-indicação!</strong></address>
</div>
<p><a name="top"></a><br />
&nbsp;<br />
Ela chegou no mercado com a fama de ter o poder de baixar as taxas de açúcar no sangue, o que é ótimo para quem<br />
<strong><span id="more-998"></span></strong> tem diabetes. Mas, aos poucos, a farinha feita com a casca do maracujá também se revelou um excelente bloqueador de gordura. Ou seja, impede que o organismo absorva parte desse nutriente presente nos alimentos. Daí faz você perder peso. A substância responsável pelo poder emagrecedor é a pectina, encontrada em grande quantidade na parte branca da casca da fruta. A farinha não fica atrás: tem 20% dessa fibra, segundo estudo feito pelo químico e pesquisador Armando Sabaa Srur, da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). “No estômago, a pectina se transforma numa espécie de gel não digerível, provocando sensação de saciedade”, explica a médica e nutróloga Daniela Hueb. Com isso, você se sente bem alimentada com uma porção menor de comida. A pectina também reduz a velocidade com que o açúcar entra no sangue – quanto mais lento esse processo, mais a fome demora para voltar a dar sinal.<br />
&nbsp;<br />
<strong><span>Gordura na mira</span></strong><br />
&nbsp;<br />
Quando chega ao intestino, a pectina bloqueia a absorção da gordura dos alimentos. A ação é bem mais suave que a do Xenical, medicamento da Roche que tem o boqueador de gordura orlistat como princípio ativo. Mas o efeito emagrecedor da farinha, assim como sua capacidade de proteger o coração, foi comprovado num estudo feito na Universidade Federal da Paraíba com 17 mulheres com colesterol alto. “Depois de 70 dias consumindo a farinha, elas não só tiveram as taxas de LDL, o colesterol ruim, reduzidas como perderam peso (algumas eliminaram 8 quilos!)”, comemora a farmacêutica Alessandra Ramos, que acompanhou o grupo por um período de um ano sem registrar reações adversas. De qualquer modo, observe como seu organismo responde ao produto.<br />
&nbsp;<br />
<strong><span>Menos toxinas</span></strong><br />
&nbsp;<br />
Outra boa notícia: a fibra presente na farinha de maracujá promove uma faxina no organismo. Ela ajuda a eliminar as toxinas, que, acumuladas, prejudicam o funcionamento dos órgãos e, com isso, desequilibram o metabolismo – o que faz sua dieta emperrar. Só que para facilitar a ação desintoxicante da pectina, é importante beber mais água, no mínimo 2 litros por dia.<br />
&nbsp;<br />
<strong><span>Modo de usar</span></strong><br />
&nbsp;<br />
O consumo da farinha tem de ser diário: uma vez ou outra não é suficiente para surtir efeito. Por isso, varie o modo de acrescentá-la no cardápio. Pode ser no suco, no iogurte, na salada, na sopa. O ideal, porém, é consumir uma colher de sopa (10 gramas, 47 calorias) antes das três principais refeições. Mas a nutricionista Anita Sacks, da Universidade Federal de São Paulo, avisa: “Não adianta usar a farinha de maracujá e abusar da gordura e do açúcar”. Portanto, aproveite para cortar alguns excessos à mesa e faça algum tipo de atividade física (vale até uma caminhada de 30 minutos pelo bairro dia sim, dia não). Vai experimentar? Conte para a gente o resultado!<br />
&nbsp;<br />
<strong><span>Faça em casa</span></strong><br />
&nbsp;<br />
Existem várias opções de farinha da casca do maracujá feitas por laboratórios farmacêuticos, à venda em farmácias e lojas de produtos naturais. Não compre o produto em saquinhos sem identificação, barracas de rua ou feiras livres. Se preferir, pode preparar a farinha em casa. Use, de preferência, maracujá orgânico – sem agrotóxico. Veja como fazer.<br />
&nbsp;<br />
• Lave e mergulhe seis maracujás por 20 minutos numa mistura de água com bicarbonato de sódio (1 colher de sopa por litro) ou vinagre. Volte a passá-los em água corrente.<br />
&nbsp;<br />
• Corte-os ao meio, retire a polpa e guarde para fazer suco.<br />
&nbsp;<br />
• Corte a casca em tirinhas, ponha numa assadeira e asse em forno médio por cerca de 30 minutos ou até que fiquem sequinhas. Espere esfriar.<br />
&nbsp;<br />
• Bata no liquidificador (ou passe no processador) até obter uma farinha.<br />
&nbsp;<br />
• Passe pela peneira e guarde num recipiente limpo e tampado.<br />
&nbsp;<br />
<strong><span>Nutrientes extras</span></strong><br />
&nbsp;<br />
A farinha de maracujá é fonte de várias vitaminas e minerais.<br />
&nbsp;<br />
• Niacina (vitamina B3): atua na produção de hormônios, melhora a ansiedade, ajuda no crescimento das crianças e protege as paredes do estômago.<br />
&nbsp;<br />
• Ferro: previne anemia e aumenta o pique.<br />
&nbsp;<br />
• Cálcio: favorece a contração muscular, fortalece ossos e dentes.<br />
&nbsp;<br />
• Fósforo: também deixa os ossos fortes, além de melhorar a memória, a oxigenação das células e a circulação.<br />
&nbsp;<br />
Fonte: http://boaforma.abril.com.br/</p>
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		<title>Tudo sobre o Chá verde</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 19:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
&#160;
Ele desintoxica, melhora a digestão e ajuda a emagrecer. Ok, você já se convenceu dos benefícios dessa bebida, mas não sabe exatamente como prepará-la. Aqui, você confere as respostas para as dúvidas mais freqüentes. Consulte o nosso guia, preparado com a ajuda da nutricionista Vanderlí Marchiori, e coloque esse hábito em prática!
&#160;
Qual o jeito certo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><img src="http://www.construindomusculos.com.br/wp-content/img/cha-verde3-300x234.jpg" alt="cha-verde3" title="cha-verde3" width="300" height="234" class="aligncenter size-medium wp-image-952" /></center><br />
&nbsp;<br />
Ele desintoxica, melhora a digestão e ajuda a emagrecer. Ok, você já se convenceu dos benefícios dessa bebida, mas não sabe exatamente como prepará-la. Aqui, você confere as respostas para as dúvidas mais freqüentes. Consulte o nosso guia, preparado com a ajuda da nutricionista Vanderlí Marchiori, e coloque esse hábito em prática!<br />
&nbsp;<br />
<strong>Qual o jeito certo de preparar?</strong><br />
Coloque a água para ferver e assim que surgirem as primeiras bolhas de ar (antes de começar para valer o processo de ebulição), apague o fogo. Acrescente a erva e abafe por 2 ou 3 minutos. Depois é só coar e tomar.<br />
&nbsp;<br />
<strong>E a medida ideal da erva e da água?<br />
<span id="more-951"></span></strong><br />
O ideal são 2 colheres de sopa para 1 litro de água, mas comece com apenas 1 colher, pelo menos até você se acostumar com o sabor do chá.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dá para deixar o chá verde mais gostoso?</strong><br />
Você pode combiná-lo com cidreira, hortelã, erva-doce, casca de frutas (abacaxi ou manga) ou maçã seca para suavizar o sabor amargo, sem interferir nos efeitos terapêuticos da Camellia sinensis (nome científico da erva). Faça assim: ferva 1 litro de água com 1 pedaço médio de casca de abacaxi ou 1 punhado de folhas de cidreira, por exemplo. Desligue o fogo e acrescente o chá verde. Abafe por 2 ou 3 minutos e coe.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Quantas xícaras de chá devo beber por dia para emagrecer?</strong><br />
De cinco a seis xícaras. Se você quiser ir além, beba no máximo 1,5 litro. Em grande quantidade, a erva pode causar diurese.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Qual a temperatura e o horário ideais para se beber o chá?</strong><br />
Em jejum, o ideal é tomar o chá morno – cai melhor no estômago vazio. Nos demais horários (lanches da manhã e tarde, meia hora antes ou duas depois das refeições principais), tome-o na temperatura que você preferir – quente, frio ou gelado –, desde que tenha sido feito da maneira adequada. E se você tiver insônia, tome a última xícara no máximo até as 17 horas.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Posso adoçar o chá verde?</strong><br />
Sim, mas use uma quantidade pequena de mel (uma colher de chá) ou de estévia. Açúcar e adoçantes químicos prejudicam o poder do chá de desintoxicar o organismo, dificultando a perda de peso.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O chá de saquinho funciona?</strong><br />
Geralmente, o chá de saquinho traz várias partes da planta, como folhas e talos. Isso diminui a concentração dos princípios ativos da erva e o efeito acaba sendo apenas aromático.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Na minha cidade só tem o chá em sachê. O que devo fazer?</strong><br />
Nesse caso, escolha um produto que traga no rótulo a informação de que a planta usada é a Camellia sinensis.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Posso tomar cápsula no lugar do chá?</strong><br />
Ao contrário do saquinho, a cápsula costuma ter uma dose altíssima do princípio ativo, o que pode interferir na qualidade do sono e na pressão arterial. Portanto, só deve ser usada se houver a indicação de um profissional (endrocrinologista, homeopata, fitoterapeuta ou nutricionista) de sua confiança.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O chá preto e o banchá têm o mesmo efeito do chá verde?</strong><br />
Todos os três são extraídos da mesma planta, a Camellia sinensis. A diferença é que o chá preto e o banchá passam por processos diferentes de torrefação e fermentação que reduzem os benefícios da erva, especialmente no caso do chá preto. O banchá oferece benefícios mais próximos ao do chá verde e tem o sabor mais suave.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Dá para fazer o chá horas antes de consumi-lo?</strong><br />
O ideal é beber o chá logo após ficar pronto, antes que o oxigênio do ar destrua parte dos componentes ativos. Mas a bebida preserva substâncias importantes para o corpo até 24 horas após o preparo. Depois disso, as perdas são consideráveis. Então, para facilitar a dieta, prepare de uma só vez a quantidade de chá necessária para um dia, e coloque-o numa garrafa térmica ou jarra de vidro ou inox (evite recipientes de plástico ou alumínio) dentro da geladeira.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Existe algum segredo para armazenar a erva?</strong><br />
Em local seco, fechado e ao abrigo da luz.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Tem alguma contra-indicação?</strong><br />
Sim. Grávidas, pessoas hipertensas ou com gastrite. Se estiver usando algum medicamento também é aconselhável perguntar ao seu médico se você pode consumir o chá verde.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O chá que é vendido pronto, tem o mesmo efeito?</strong><br />
Não. O chá verde pronto para beber não apresenta quantidade suficiente de fitoquímicos para o emagrecimento.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Qual é a média de peso que se perde por mês?</strong><br />
A redução de peso depende do metabolismo de cada pessoa, porém, estudos americanos dizem que perde-se 10% de gordura – em média &#8212; por mês.</p>
<p><strong>Quando tomo o chá verde no jantar, não consigo ter uma boa noite de sono. Porque?</strong><br />
O chá verde altera o ciclo de sono e desperta a maioria das pessoas, pois ele contém cafeína. Se a bebida está prejudicando a sua noite de sono, evite tomar no horário noturno.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Qual o melhor horário para tomar os chás?</strong><br />
Entre as refeições. Nesse período, ele reduz o apetite.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Ele pode contribuir para o escurecimento dos dentes?</strong><br />
Não. A quantidade de cafeína presente, causadora desse tipo de problema, é baixa.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Estou amamentando, posso tomar o chá verde?</strong><br />
O chá não deve ser consumido por gestante ou por quem está amamentado. A erva altera o comportamento do bebê, deixando-o muito agitado. Em grande quantidade, o chá também pode seqüestrar o ferro e provocar uma anemia.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Posso substituir a água diária pelo chá verde?</strong><br />
Não, a água é insubstituível. O chá verde não tem o papel de hidratação e é diurético.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Quando tomo o chá, me sinto fraca, enjoada e com náuseas! Gostaria de saber se isso é normal?</strong><br />
Não. Consulte um especialista.<br />
&nbsp;<br />
<strong>É verdade que o leite corta algumas das propriedade do chá verde?</strong><br />
Sim. O leite e os derivados cortam as propriedades do chá. Não consumo os dois em uma mesma refeição. Por exemplo, um sanduíche com queijo não é bem vindo com o chá verde.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Ele pode provocar perda de potássio ou outros minerais?</strong><br />
Sim. Isso acontece porque ele aumenta muito o volume urinário. Mas se você ficar em até quatro xícaras, a perda é mínima e não provoca prejuízos à saúde.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Eu tomo anticoncepcional e comecei a tomar chá verde. Tem algum problema?</strong><br />
Não. Ele não prejudica o efeito do seu remédio.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O chá pode causar ansiedade?</strong><br />
Não. Ele não tem nenhuma propriedade que provoque ansiedade. Pelo contrário, a erva tem cortisol, hormônio que controla o stress.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Posso tomar o chá verde no chimarrão, substituindo o mate?</strong><br />
Sim. Tome juntamente com o mate.<br />
&nbsp;<br />
Fonte: http://boaforma.abril.com.br</p>
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		<title>É possível ganhar massa muscular e perder gordura ao mesmo tempo ?</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 16:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rodolfo Anthero de Noronha Peres* CRN8-2427
&#160;
Em meu cotidiano como nutricionista clínico esportivo, é muito comum o indivíduo entrar em meu consultório e já deixar bem claro:
&#160;
__ Eu quero ganhar massa muscular, mas também quero perder gordura corporal ao mesmo tempo!
&#160;
Sem dúvida, o desejo da maioria das pessoas que procuram uma academia é a queima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rodolfo Anthero de Noronha Peres* CRN8-2427<br />
&nbsp;<br />
Em meu cotidiano como nutricionista clínico esportivo, é muito comum o indivíduo entrar em meu consultório e já deixar bem claro:<br />
&nbsp;<br />
__ Eu quero ganhar massa muscular, mas também quero perder gordura corporal ao mesmo tempo!<br />
&nbsp;<br />
Sem dúvida, o desejo da maioria das pessoas que procuram uma academia é a queima de gordura corporal associada ao ganho de massa muscular. Mas esses dois objetivos são possíveis de ocorrer no organismo humano concomitantemente?<br />
&nbsp;<br />
Sim, mas normalmente será necessária a otimização dos hormônios anabólicos e do controle do hormônio catabólico cortisol, mesmo que seja por meio farmacológico. Pois, em um organismo em condições normais, é muito difícil utilizar gordura enquanto se constrói massa muscular. Veja que um organismo em déficit calórico, condição necessária para que a gordura seja utilizada, irá concentrar seus esforços no reabastecimento de glicogênio para o funcionamento fisiológico normal, portanto, a construção muscular ficará em segundo plano.<br />
<strong><span id="more-857"></span></strong><br />
Existe um caso especial, no qual se observa aumento de massa magra e redução de gordura corporal em níveis significativos, ao mesmo tempo. Esse período coincide exatamente com o início de um programa de treinamento em indivíduos absolutamente destreinados. Sabemos que quanto mais próximo do início, maiores são os ganhos, e quanto mais distante, mais sutis são esses ganhos, devido a um maior acionamento de unidades motoras e ativação subseqüente de células musculares dormentes. Passado este período inicial adaptativo, a tendência seria os ganhos atingirem patamares reduzidos, dificultando a aquisição de tecido magro concomitantemente com a redução da gordura corporal.<br />
&nbsp;<br />
<strong>O que fazer então?</strong><br />
&nbsp;<br />
Considerando passada a etapa inicial de adaptação, deve-se periodizar o trabalho nutricional do indivíduo em algumas etapas (variando entre fase de ganho de massa magra e fase de redução de gordura corporal), estando estas de acordo com a condição física atual, o objetivo e principalmente o treinamento. Vale lembrar da importância do nutricionista esportivo estar sempre em contato com o preparador físico para ocorrer a melhor sinergia possível entre dieta e treino. Inclusive, a presença do nutricionista na própria academia auxilia muito nesse caso.<br />
&nbsp;<br />
Em um passado não muito distante, era comum a adesão a uma dieta super-hipercalórica para ganho de massa magra durante determinado período, seguido de um trabalho para redução de gordura corporal. Ocorria que na etapa de dieta super-hipercalórica, era comum a aquisição de muita gordura corporal em conjunto com a aquisição de massa magra. Portanto, o período de redução da gordura corporal acabava sendo longo e árduo, proporcionando uma inevitável perda da massa magra arduamente adquirida.<br />
&nbsp;<br />
Recomenda-se que um trabalho para ganho de massa magra seja realizado de maneira controlada, monitorando a dieta de modo a proporcionar apenas a hipertrofia muscular, evitando com isso o acúmulo de gordura. Caso o indivíduo apresente-se no início do projeto com uma quantidade elevada de gordura corporal, deve-se adequar este teor de gordura antes de iniciar o trabalho específico de hipertrofia.<br />
&nbsp;<br />
Para melhor avaliação, a simples aferição do peso na balança torna-se imprecisa, pois, em termos volumétricos, uma quantidade determinada de gordura pesa bem menos do que o mesmo volume de massa muscular. Em outras palavras, uma mesma variação volumétrica de gordura corporal representa uma alteração menos significativa na balança, se comparado com a variação volumétrica em massa muscular. Por isso, em praticantes de atividade física, a discriminação da composição corporal por um profissional habilitado é recomendada.<br />
&nbsp;<br />
Para ilustrar toda esta teoria, analisaremos alguns exemplos fictícios, porém extremamente comuns no dia a dia nas academias.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Exemplo 1</strong><br />
&nbsp;<br />
Individuo do sexo masculino com 90 kg de massa corporal, 170 cm de estatura, estando com 30 kg de gordura corporal, sendo que destes, 20 kg foram considerados em excesso. Sua massa magra é de aproximadamente 60 kg. Objetivo: ganho de massa magra e redução da gordura corporal, visando atingir em torno de 80 kg de massa corporal com um teor ideal de gordura corporal (estimado em 10 kg).<br />
&nbsp;<br />
Portanto, para atingir seu objetivo, nosso indivíduo exemplo necessita eliminar 20 kg de gordura corporal e aumentar 10 kg de massa magra em condições naturais. Logicamente, não consideraremos nesses exemplos o uso de qualquer recurso ergogênico farmacológico.<br />
&nbsp;<br />
A primeira medida a ser tomada nesse caso seria a redução do excesso de gordura corporal. Como temos uma quantidade relativamente grande de gordura corporal a ser perdida, poderemos inicialmente propor uma dieta hipocalórica associada a um adequado treinamento (musculação + aerobiose controlada) pelo período de 15 semanas. Considerando uma redução em torno de 1 kg de gordura corporal por semana, ao término dessa primeira etapa, o indivíduo deveria apresentar-se com 75 kg de massa corporal (90 kg de massa corporal – 15 kg de gordura corporal).<br />
&nbsp;<br />
Muitas pessoas podem achar esse processo de perda de gordura muito lento, pois acham que quanto mais rápido melhor. Nesta ignorância, essas pessoas acabam fazendo dietas nas quais ocorre uma redução de 3, 4, até 5 kg por semana. Em vez de ficarem felizes quando atingem uma perda como essa, deveriam na verdade ficar muito tristes, pois, com certeza, a maior parte dessa perda terá sido de líquido e massa magra. Devemos corrigir o conceito de perda de peso. Ou seja, perder peso definitivamente não é igual a perder gordura!<br />
&nbsp;<br />
Essa primeira etapa poderia ter duração de 20 semanas, pois dessa forma, eliminaríamos todo o excesso de gordura do nosso indivíduo exemplo. Porém, se já é difícil manter uma dieta hipocalórica por 15 semanas. Certamente, por 20 semanas seria ainda pior. Nesse caso acaba sendo interessante dividirmos a etapa de redução da gordura corporal em duas. Isto logicamente não seria necessário quando o excesso de gordura apresenta-se menor, em torno de dez quilos, por exemplo.<br />
&nbsp;<br />
Passaremos então para a segunda etapa do projeto. Iniciando um trabalho de hipertrofia muscular, poderemos adquirir em torno de dois quilos de massa muscular isenta de gordura por mês. Portanto, após 20 semanas (cinco meses) seguindo um trabalho controlado, nosso indivíduo exemplo apresentar-se-ia com 85 kg de massa corporal, com apenas 5 kg de gordura corporal em excesso.<br />
&nbsp;<br />
A terceira fase de nosso projeto seria basicamente de definição muscular, tendo a duração de apenas cinco semanas. Vale ressaltar que confiar em estratégias de treino para tornar o corpo mais definido é possível, desde que a dieta seja estritamente controlada e estável. A partir daí poderemos aumentar o gasto calórico com a implementação do exercício físico. Este ajuste deve ser muito preciso, pois um pouco mais de intensidade ou volume no treino, pode solicitar mais massa muscular do que gordura como fonte de energia, provocando o catabolismo. Com a introdução de uma dieta hipocalórica associada ao devido treinamento, obteríamos como resultado os desejados 80 kg de massa magra com uma quantidade de gordura corporal adequada. Ou seja, todo o projeto teria a duração de 40 semanas (dez meses). A última fase é a mais detalhada do projeto, visto que a perda de massa magra conquistada não deveria ocorrer. Para isto, seria necessário um treinamento adequado associado a uma dieta hiperprotéica com a presença de alguns suplementos nutricionais anti-catabólicos.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Exemplo 2</strong><br />
&nbsp;<br />
Indivíduo do sexo feminino com 60 kg de massa corporal e 165 cm de estatura, estando com um teor de gordura corporal adequado. Objetivo: ganho de massa magra, visando atingir 63 kg de massa corporal, mantendo estável sua quantidade absoluta de gordura corporal.<br />
&nbsp;<br />
Um trabalho como este pode ser realizado em um curto período. Com um programa nutricional ajustado ao treinamento de hipertrofia, nosso exemplo atingiria seu objetivo aproximadamente em torno de seis e oito semanas. Mesmo não reduzindo sua gordura corporal absoluta, sua quantidade de gordura relativa reduziria, devido ao aumento na massa corporal.</p>
<p>&nbsp;<br />
<strong>Exemplo 3</strong><br />
&nbsp;<br />
Indivíduo do sexo masculino com 50 kg de massa corporal, 170 cm de estatura, estando com um teor de gordura corporal adequado. Objetivo: ganho de massa magra, visando atingir 70 kg de massa corporal, mantendo estável sua quantidade absoluta de gordura.<br />
&nbsp;<br />
Esse terceiro exemplo apresenta um indivíduo bem magro. Seu trabalho deveria ser realizado em um longo prazo, mas desde o início, evitando ao máximo o acúmulo de gordura. Considerando um acréscimo de 500 gramas de músculo por semana (o que seria formidável), podemos estimar que em 40 semanas com um treino de hipertrofia, o objetivo seria alcançado. Isto equivale a um ano inteiro de trabalho, pois podemos somar a estas 40 semanas pelo menos 8 semanas com um treino regenerativo (variável de acordo com a periodização imposta pelo professor de educação física/personal trainer).<br />
&nbsp;<br />
Este espaço temporal pode parecer muito grande para alguns mais afoitos. No entanto, vamos analisar de outro modo: com uma dieta super-hipercalórica, certamente a massa corporal deste indivíduo aumentaria de maneira mais significativa. Porém, grande parte deste ganho, seria certamente na forma de gordura corporal. Ou seja, teríamos de iniciar um longo programa de perda de gordura corporal após todo o processo de hipertrofia. Lembrando que neste processo a chance de perda de parte da massa magra conquistada seria grande.<br />
&nbsp;<br />
Está claro que o melhor realmente é crescer com qualidade, para não ter que correr atrás do prejuízo semanas antes de ir para a praia ou a outro evento qualquer.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Conclusão</strong><br />
&nbsp;<br />
Pode-se concluir que ganhar consideravelmente massa muscular e perder muita gordura corporal concomitantemente, infelizmente não é possível, salvo nas condições citadas no início deste artigo.<br />
&nbsp;<br />
Consistência e disciplina nos treinos são fundamentais. Considere que pouco adianta treinar com a devida intensidade, perfeita forma de execução e alimentação super balanceada por um determinado período, e em outros, desestimular-se e passar a treinar sem disciplina. Tem muita gente que treina semana sim, semana não ou mês sim, mês não. O ideal é procurar os serviços de profissionais devidamente habilitados, para que estes em conjunto, elaborem a melhor estratégia a médio/longo prazo.<br />
&nbsp;<br />
*nutricionista esportivo </p>
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		<title>Como perder barriga</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 01:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[perder barriga]]></category>
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Em primeiro lugar, se estiver acima do peso, deve-se pensar em uma alimentação equilibrada para perder peso e conseqüentemente a gordura localizada. As magras também não estão livres de apresentar uma barriguinha; se for o caso, devem manter uma alimentação saudável, evitando gorduras, frituras, doces e refrigerantes, que também provocam barriga.
É necessário também evitar pratos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-85 alignnone" title="fat-feature-nov" src="http://www.construindomusculos.com.br/wp-content/img/fat-feature-nov-251x300.jpg" alt="fat-feature-nov" width="190" height="229" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, se estiver acima do peso, deve-se pensar em uma alimentação equilibrada para perder peso e conseqüentemente a gordura localizada. As magras também não estão livres de apresentar uma barriguinha; se for o caso, devem manter uma alimentação saudável, evitando gorduras, frituras, doces e refrigerantes, que também provocam barriga.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário também evitar pratos muito gordurosos, dando preferência às carnes magras e coma legumes, verduras e frutas; Se o funcionamento de intestino anda devagar, aumente a ingestão de fibras e água (no mínimo 8 copos por dia)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pratique atividade física</strong><br />
<strong><span id="more-86"></span></strong><br />
Além de queimar calorias também refletem em um bom funcionamento do organismo. Devem ser praticados com freqüência associando-se exercícios aeróbicos (para ativar a circulação e gastar calorias) a exercícios localizados (para enrijecer a região abdominal.)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fracione bem a dieta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O sistema digestivo não consegue processar um grande volume de alimento ingerido de uma só vez. O ideal é fazer refeições pouco volumosas e de baixo valor calórico até 6 vezes ao dia. Sempre mastigue devagar, as pessoas que comem rápido podem acabar engolindo ar junto com a comida além de prejudicar a digestão. Além disso, o cérebro não registra o sinal de saciedade com tanta rapidez e, assim, você acaba comendo mais. Evite os alimentos formadores de gases, como refrigerantes, feijão, frituras, pão, queijo e enlatados, carne vermelha, embutidos como lingüiça, presunto, salame e salsicha.</p>
<p style="text-align: justify;">Evite também alimentos gordurosos, pois a gordura possui uma digestão mais lenta e com isso os alimentos gordurosos acabam permanecendo mais tempo no trato gastrointestinal favorecendo aumento de seu volume.</p>
<p style="text-align: justify;">Evite o consumo excessivo de sal, exemplos: pães fermentados ou roscas feitas com sal, pães de preparo rápido ou bolos, feitos c/ fermento em pó, bicarbonato de sódio, sal ou feitos com misturas comerciais; cereais enriquecidos ou de cozimento rápido, cereais secos, bolachas cream cracker, exceto a bolacha água, pipoca salgada, pickles, batatas chip, embutidos ( lingüiça, salsicha, paio, presunto cru, mortadela).</p>
<p style="text-align: justify;">Aumente o consumo de alimentos diuréticos, como erva doce, salsão, coentro, berinjela e endivias, alho, limão, noz-moscada, cebola, salsa, hortelã; abacaxi, melancia, maracujá e chá. Em especial, chá de salsa: acrescentar algumas folhinhas de salsa à água quente, adoçar ou não com adoçantes. E chás de ervas ( gengibre/ canela / cardamomo: fazer um mix dos ingredientes e acrescentar água que ferveu) ou frutas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se estiver com gases, experimente tirar o leite do cardápio. Muitas pessoas têm intolerância à lactose. Atenção também à alguns adoçantes (alguns adoçantes são a base de sorbitol que fermenta no organismo provocando gases).</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas frutas secas como uva passa, damasco, banana e principalmente ameixa seca também possuem em sua composição sorbitol. Beba sempre bastante água, poque lém de diminuir a retenção de líquidos, ajuda na lubrificação do intestino. Por isso, é essencial tomar pelo menos 2 litros por dia. Mas evite líquidos durante as refeições (o suco e a água dilatam as paredes do estômago empurrando a barriga). Reserve as preparações mais leves para o jantar: à noite nosso metabolismo está reduzido e portanto também devemos ingerir menos calorias neste período, evite gorduras e carboidratos em excesso nestas refeições.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dicas de suplementos:</strong><br />
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